O preço da consciência tranquila
Colossenses 1:14 – “Nele temos a redenção, o perdão dos pecados.”
Aquela sensação de dever algo é horrível. O medo, o pavor, o temor, muitas vezes até desnecessário, exagerado, acaba nos aprisionando em nós mesmo. A angústia causada por essa sensação deve ser evitada, se assim quisermos nos manter saudáveis espiritualmente. Temos dificuldade no perdão, tanto no pedir – quando erramos, quanto no receber – quando erram conosco. É uma batalha na maioria das vezes, pois não fazemos isso de forma completa. Quando perdoamos, geralmente guardamos no coração o erro que cometeram conosco. Às vezes se transforma em mágoa, às vezes em desconfiança, às vezes em raiva, amargura e tantos outros sentimentos negativos e ruins, o que torna esse perdão superficial, parcial, ou seja, é o famoso “tá tudo bem”, mas que fica ali, pronto pra ser acionado quando o gatilho é puxado. Já quando somos perdoados, a sensação que fica é de uma dívida eterna, de que teremos sempre que nos sujeitar, com o receio de fazer de novo e voltar a estaca zero, ao ponto de partida. Isso aprisiona, escraviza e faz mal. Precisamos aprender a perdoar por completo e seguir em frente, sem olhar para trás, sem ressentimentos. Sei que levantar de algumas mesas custam caro, o alto preço das acusações e rótulos, do julgamento de terceiros, como se fosse uma inquisição. Que deixemos pra trás essas bagagens ruins. É um exercício diário que tento fazer, por mais difícil que seja. E não nos esqueçamos de Jesus Cristo, que foi enviado pelo Pai para nos ensinar o verdadeiro amor entre irmãos, a comunhão e todo proceder. Que a velha criatura morra e a nova criatura prevaleça, seguindo o que Jesus nos ensinou. A Jesus Cristo, meu Salvador, um sincero pedido de desculpas e o arrependimento por todos erros, pecados, omissões e transgressões, além do meu sincero agradecimento por ter me alcançado. Ao Senhor, glorioso e misericordioso, toda honra e toda glória.